segunda-feira, 16 de julho de 2012


Luiz Joaquim, seu lindo!

"A “explosão” em “Layka” es­tá disfarçada ora na falsa calma­ria do pai de família que sofre para pagar as contas e manter a ordem em casa, ora na agitação sexual de um jovem já entediado com a idiossincrasia das mulheres. Essa ten­são só dá folga aos dois quan­do eles encontram a cadelinha. Sempre receptiva, de olhos convidativos e sem julgar nada Layka é a própria liberdade. 

Anunciado como o primeiro filme pernambucano adaptado de HQ - das obras “Fragmentos de Josael” e “Pensei que era livre”, “Layka”, é muito mais que isso. Em sua mistura de técnicas - live action, animação 3D, 2D, fotografias - para narrar os poderes de uma cachorra, Tabosa mostrou talento em reunir bons técnicos e tirar deles o que precisava para encontrar boas soluções plásticas e assim criar um ambiente visual atraente, que traduzisse a realidade dos dois frustrados da história."

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