terça-feira, 11 de junho de 2013

Público para ver curtas foi bem reduzido - http://www.passeiaki.com/

Em 15 minutos, a voz do personagem central sempre ausente, em off, apresenta as taras de suas tantas parceiras até o desfecho amoroso com a peluda

Com uma hora de atraso e um terço da capacidade do Teatro Guararapes preenchida (sobretudo por profissionais do cinema pernambucano), teve início, no sábado, às 16h, a mostra de curtas do Cine PE. Não faltou quem, da plateia, soltasse gritos pedindo que a mostra começasse: houve mais tempo para exibição de vídeos institucionais e dos patrocinadores do que para as obras propriamente. Foram quatro os novos curtas pernambucanos exibidos.

A tarde foi aberta com A vida plural de Laika, um roteiro ligeiramente alucinado, escrito em seis mãos, por Diogo Todé, Neco Tabosa, Greg e Hke, sobre um sujeito de suposta meia idade que, depois de muitas e variadas aventuras com mulheres, resolve entregar o que lhe resta de afeto e hormônios à cadela do vizinho, Laika.

Em 15 minutos, a voz do personagem central sempre ausente, em off, apresenta as taras de suas tantas parceiras até o desfecho amoroso com a peluda. Se a trama não captura e, muitas vezes, se dilui, a textura do filme é um deleite visual, tantos os recursos (stop motion, animação, computação gráfica e manipulação digital...) envolvidos. Um curta tributário do cinema clássico udigrudi brasileiro.

(o texto completo aqui)

Infelizmente não tá assinado, mas achei essa um das avaliações mais sensacionais!
Obrigado, crítico tímido!

Nenhum comentário: